terça-feira, 31 de janeiro de 2023

PUBLICAÇÕES MINISTERIO DA SAUDE

 Portaria MS-GM nº 67, de 26/01/23 DOU de 30/01/23 p.92 – seção 1 – nº 21 – Altera a Portaria GM/MS Nº 4.282, de 12 de dezembro de 2022, que altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017, com o objetivo de estabelecer diretrizes para o financiamento de projetos de pesquisa científica, tecnológica ou de desenvolvimento ou inovação em saúde pelo Ministério da Saúde.


Portaria MS-GM nº 68, de 26/01/23 DOU de 30/01/23 p.92 – seção 1 – nº 21 – Renova a qualificação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h Ruy Silva) e mantém os recursos do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde - Grupo de Atenção Especializada, incorporados ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC), do Estado de São Paulo e Município de Assis (SP).

Resolução COFFITO nº 561, de 28/03/22 DOU de 30/01/23 p.210 – seção 1 – nº 21 – Fixa e estabelece o Referencial Brasileiro de Procedimentos Fisioterapêuticos e dá outras providências.

Resolução COFFITO nº 562, de 09/12/22 DOU de 30/01/23 p.210 – seção 1 – nº 21 – Disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia Neurofuncional e dá outras providências.

sábado, 14 de janeiro de 2023

EBOOK CONHECENDO O CORPO HUMANO

 Quer saber quais são os principais sistemas do Corpo Humano - siga o link?

https://drive.google.com/file/d/1U892pTWsuOmJm9oIwQUe_DhP72MlougI/view?usp=share_link



quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

PT MS GM 7 23 REVOGA PT 4830 12 22 QUE REFINE REGRAS TRANSF FUNDOS REMANESCENTES

 Portaria MS-GM nº 7, de 09/01/23 DOU de 11/01/23 p.32 – seção 1 – nº 8 – Revoga a Portaria GM/MS nº 4.830, de 30 de dezembro de 2022, que define regras para transposição e transferência dos saldos financeiros remanescentes de exercícios anteriores a 2018, constantes nos Fundos Estaduais, Distrital e Municipais de Saúde, provenientes de repasses do Ministério da Saúde e dá outras providências.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Saúde - Não espere um elogio por um trabalho bem feito! - Norival Silva

 

Saúde – Não espere um elogio por um trabalho bem-feito!

No mercado de serviços de saúde, especialmente no Sistema Privado o reconhecimento da qualidade do serviço, a fidelização do Beneficiário e seu encantamento não é uma obra do acaso. Para falar de excelência do atendimento na área da saúde, é preciso lembrar que:

a)       Nunca espere um elogio por um atendimento bem-feito;

b)       Trabalho Bem-feito na visão do Beneficiário é sua obrigação;

Quando o Beneficiário, tem alguma demanda e nos procura, ele estará sempre INFANTILIZADO. Se “irrita” com facilidade e “chora” com facilidade!

Normalmente, na prestação de serviços, enxergamos dois fatores básicos: Conhecer o Cliente e Conhecer o Produto. Já no serviço de saúde é preciso acrescentar as emoções relacionadas (Incluindo a dor, sofrimento, baixa estima, medo, etc.). É este cenário que estabelece o nível de complexidade dos serviços. Como dizem os psicanalistas, em um ambiente dominado pelo alto nível emocional, as exigências do Beneficiários, estarão sempre além daquilo que ele espera como obrigação da Operadora, da Rede Assistencial e dos Profissionais que o atendem.

Se quiser saber mais, sobre como encantar os beneficiários de um Plano de Saúde, entre em contato.

Norival Silva

Health Advisory

norival.silva@sanyscorp.com.br

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

RISCO ASSISTENCIAL MERCADO SUPLEMENTAR COMO ATIVO GERENCIAL?

Norival Silva – Health Advisory

No mercado de saúde suplementar, já tivemos perto de 2000 Operadoras ativas e hoje contamos com um pouco mais de 700. Muitas delas, enfrentando os mais variados conflitos: Direção Fiscal, Conflitos com Rede Prestadora, Readequação Orcamentária e Financeira, Alta sinistralidade, solvência, carteira estacionada sem evolução de crescimento. Nesse contexto, estão as pequenas e médias Operadoras, incluídas aquelas com perfil de filantropia.

Como competir num mercado de alta complexidade? Como competir com as grandes corporações que atualmente detém mais de 70% da carteira nacional?

De todas as experiências de consultoria que já participei, 3 fatores fundamentam o prejuízo e a liquidação da Operadora:

a) Gestão da Operadora como se ela fosse uma empresa comum no mercado com foco exclusivo nas rotinas, sem considerar o RISCO como seu ATIVO GERENCIAL prioritário, no qual a rotina é apenas parte do trabalho;

b) Falta de Direção Estratégia de Negócios (definição do norte) com posicionamento de produtos e diretrizes de relacionamento com o Mercado;

c) Ausência de expertise para reconher o perfil epidemiológico da carteira e a adequado tamanho da rede assistencial.

A gestão do RISCO é primeiro uma ATITUDE do Gestor. Estar posicionado pela Lei de Murphy é a garantia de mitigação do sinistro que impacta na permanência da Operadora no mercado, 

Precisa de ajuda? entre em contato...

Norival Silva

norival.silva@sanyscorp.com.br

(47) 991179900

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Saúde x ou Doença - Afinal as coisas sao prioridades? Norival Silva

 

Falando das mesmas coisas a 30 anos - mais uma vez, estamos com a "PEC da Saúde" sendo objeto de discussões, de manifestações da mídia, ocupando o tempo do congresso nacional. Os debates, estão em torno do Complexo Industrial da Saúde, falando de insumos e inovações imaginando que vamos ocupar papel de destaque no setor. Mais uma vez, os interesses econômicos predominam e subjugam as questões que deveriam ser prioridades, porque são as prioridades das pessoas! A prioridade aqui de novo são as "coisas" e não as pessoas! Quando é que o GARGALO da MÉDIA COMPLEXIDADE, especialmente ambulatorial (consultas, exames e terapias) vai se tornar a prioridade para ser resolvida, tirando milhoes de pessoas da espera angustiante de mais de 1 ano para serem atendidas? Quando é que os recursos adormecidos, nas contas dos fundos estaduais e municipais (só em 2021, esse número representa mais de 12 bilhões de reais) serão utilizados efetivamente a favor do USUÁRIO? Enquanto isso, bem.... enquanto isso as pessoas podem esperar! Afinal, a saúde não remunera, o que remunera é a doença, então...vamos esperar!!!

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

SAÚDE: UM MERCADO A EXIGIR TRATAMENTO DE ALTO CUSTO! Norival Silva

No mercado de saúde esta frase explica bem a dificuldade do indivíduo que quer escrever uma carta de amor: começa sem saber o que dizer e termina sem saber o que disse... – Oras, se alguém entra em um hospital resgatado pelo SAMU, tendo ele um Plano de Saúde, o contexto é ainda pior: o Paciente entra sem saber quanto vai gastar e sai sem saber por que continua devendo.

No Sistema de Saúde Suplementar, deveríamos ter os players atuando com interesses comuns: resolver o problema do consumidor e remunerar o capital, lógica natural do setor privado, no qual todos os atores envolvidos nesta “cadeia” tenham resultados de remuneração justos e atrativos para todos, do contrário ele entra em crise e se desfaz. É o que acontece quando a Operadora comercializa um plano de saúde por um preço, baseado em uma cobertura e descobre no dia seguinte que outros serviços foram acrescentados, e não se pode aumentar o preço. Imaginem se amanhã os 50 milhões de beneficiários retornarem para o Sistema Público – CAOS! A ANS, o órgão que deveria assumir o papel de árbitro deste jogo, não sabe como começar o jogo e termina quase sempre sem saber como ele terminou. No Mercado Suplementar, que não foi concedido, a Agência Reguladora, nos últimos anos, equivocadamente extraiu para si o “bônus” e garantiu que o ônus ficasse com o investidor. Basta ver o número de operadoras que tínhamos e o que temos.

A ANS, deveria fazer mais FISCALIZAÇÃO de contratos e menos estatização do Sistema que nasceu para ser de livre adesão, para quem investe e quem para quem consome!

Preciso terminar dizendo que a manutenção do crescimento do setor suplementar (que nos últimos 3 anos cresceu mais de 3 milhões de usuários), não se dará pela oferta de planos mais acessíveis, mas sim pela oxigenação do mercado, mesmo que as soluções não sejam de consenso. Lembrando Mendez (2002), uma instituição que NORMATIZA, FISCALIZA E AUDITA, tudo ao mesmo tempo (como é o caso da ANS), certamente irá se descuidar do seu papel mais nobre de FISCALIZAR OS CONTRATOS entre as PARTES e contribuir na desoneração do SUS. Pior, ainda não sabe como terminar a carta de amor que começou a escrever em 1988!

Norival Silva

Health Advisory 281122

sábado, 26 de novembro de 2022

SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO - PARA QUEM QUISER REFLETIR

 

O Sistema de Saúde Brasileiro, está segmentado na forma de três modelos:

1)   A função Pública – SUS

2)   A Função Suplementar (privada) – livre adesão – Regulada

3)   Bilateral – Particular, sustentada por pagamento direto dos consumidores – pessoas físicas e jurídicas.

A função pública, com responsabilidade de atenção universal para 100% da população (212 milhões de indivíduos).

O Sistema Privado Suplementar, por livre adesão, com cobertura de 50 milhões de consumidores e o Sistema Bilateral, sustentado pelo pagamento direto dos consumidores, alcançou em julho de 2022 a cobertura estimada de 7 milhões de consumidores.

Como mercado de consumo, nos últimos 3 anos se constata um crescimento de 3 milhões de clientes no SISTEMA SUPLEMENTAR PRIVADO no produto Coletivo Empresarial (75%) certamente resultado do aumento da oferta de emprego e 2 milhões de clientes no SISTEMA BILATERAL da CONTRA-PRESTAÇÃO PARTICULAR. Nesse último os CARTÕES DE DESCONTO, representam 60¨% da cobertura e o Mercado BILATERAL da CONTRA-PRESTAÇÃO alcançando 30%, evoluindo em mais de 1 milhão de clientes patrocinados por Empresas contratantes, no formato direto com a Rede Prestadora. O mercado BILATERAL da CONTRA-PRESTAÇÃO, evoluiu de 10 milhões em 2020 para 12 milhoes em 2022, representando um crescimento de 27%. Desse número, o BENEFÍCIO CORPORATIVO DIRETO (patrocinado por empregadores ou CNPJ) representou mais de 30% equivalente a 600 mil vidas que evoluíram para o modelo de pagamento direto, enquanto o Mercado PARTICULAR, pessoa física representou um consumo equivalente a 10%.

Se você está se organizando para projetar o futuro da sua empresa ou da sua Operadora, vale a pena pesquisar melhor estes números. O mercado certamente está passando por uma transformação no modelo, apesar das regras.

Norival Silva

Health Advisory

sábado, 22 de outubro de 2022

SAÚDE OU DOENÇA - POR ONDE COMEÇAR A GESTÃO? Norival Silva - 20/10/22

 O Benefício Saúde representa a primeira despesa depois da folha de pagamento para muitas das empresas que financiam o benefício. Cuidar da Saúde em ambientes corporativos, é uma das mais complexas e importante atividade gerencial para qualquer empresa ou Operadora que de fato valoriza o “estado de qualidade” (Saúde), de seus funcionários e/ou beneficiários. A confusão está em reconhecer que do “estado patológico”, cuida a medicina, da saúde cuida o processo de gestão das pessoas! Muitos dos atores do mercado de Planos de Saúde, oferecem a rede assistencial como produto, que na prática é o “extintor” de incêndio que se entrega aos funcionários para cuidar das doenças quando elas ocorrerem. O “desafio” está em saber preditivamente quais doenças irão ocorrer. É nesse ponto que o mercado de saúde bilateral (contraprestação), substituindo “plano” ou "seguro” saúde, ganha espaço e crescimento entre os contratantes. A gestão epidemiológica não acontece quando ocorre as doenças, ela é praticada no ANTES! Ela é o ponto de partida para se CUIDAR DA SAÚDE, sendo uma expertise ainda muito incipiente, mas que representa o primeiro passo para cuidar da saúde dos colaboradores. É com ela que os gestores de recursos humanos das empresas ou os gestores de risco das operadoras irão produzir o Mapa de Risco Epidemiológico de cada indivíduo e gerar o plano de promoção da saúde para cada perfil, passando a atuar no período pré-patogênico, fazendo a diferença nos resultados e custos assistenciais que o atual modelo tem gerado.

Quer saber mais? Entre em contato.

Norival Silva

Health Advisory

norival.silva@sanyscorp.com.br

sábado, 15 de outubro de 2022

Saúde Suplementar - O Desastre está próximo? - Norival Silva

 Seguindo a orientação do processo de certificação definido na RN 507/22, as operadoras deveriam CUMPRIR com os REQUISITOS:

A)    Estrutura Organizacional, processos de trabalhos, gestão de riscos operacionais, legais e de sustentabilidade, no mínimo;

B)    Rede Assistencial dimensionada, organizada e formatada pelo perfil de produtos, segurança e qualidade para os beneficiários e mecanismos de regulação do acesso (lembrando que Rede Assistencial não é produto, é garantia de cobertura do sinistro, como manda a lei). É prejuízo na certa produto de livre opção com “APS” ou Rede Restrita!

C)    Conectividade com 100% dos beneficiários (sadios e doentes, Jovens e idosos)  incentivando o cuidado em saúde (gestão epidemiológica) e definindo as garantias de atendimento do que foi contratualizado. 

É sempre bom lembrar que Saúde Suplementar não é lugar de sonhos! O mercado é REGULADO, para cada atividade, processo, ação, tem uma norma! Basta ver quantas operadoras tínhamos em 2014 e quantas temos hoje! Se o gestor de OPS não sabe o que é e como funciona, o desastre está próximo!

Norival Silva – 15/10/22

Health Advisory

norival.silva@sanyscorp.com.br

sábado, 8 de outubro de 2022

Visão Gerencial da Saúde pela Urgência e Emergência - Norival Silva

 Prazos que não são cumpridos, compromissos assumidos e não atendidos, promessas de “abertura de porta”, anunciadas e não cumpridas, diferentemente de outras áreas, na gestão de sistemas de saúde, seja público ou privado, resulta em DANO FÍSICO ou ÓBITO para o CLIENTE, e nas Operadoras de Saúde PERDA DE CONFIANÇA DO beneficiário!

O que faz a diferença? Intersetorialidade. Ter visão matricial de Comercialização, Subscrição, Regulação e Auditoria, Jurídico, Gestão do Risco, Cuidar da Saúde x Cuidar da Doença, tudo atuando JUNTOS. Costumo dizer que em Secretarias de Saúde ou Operadoras Privadas quando o “organograma” é mais importante que o CLIENTE/USUÁRIO, quando não há intersetorialidade envolvida, o risco ocorre! Operadoras e Secretarias que não atuam gerencialmente pela visão de Urgência e Emergência (como conceito), perdem o aval do cliente e seu poder de competir no mercado – SÃO CANCELADAS! Pelo Usuário e/ou pela Agencia Nacional de Saúde (ANS).

Norival Silva

Health Advisory

norival.silva@sanyscorp.com.br

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Gestão da Saúde X Gestão da Doença - Norival Silva

 Normalmente se estabelece uma confusão conceitual entre Gestão da Saúde x Gestão de Doença, basta ver o conteúdo dos debates nas mídias em geral.

O entendimento conceitual, se confunde, na medida em que as AUTONOMIAS dos indivíduos se inserem nas intervenções de quem governa ou faz gestão.

Na dimensão RECUPERAÇÃO DE DOENÇAS, o indivíduo está submetido às decisões dos profissionais de saúde, seja na forma de medicamentos, seja na forma de intervenções cirúrgicas. Já na Promoção da Saúde. Já na Promoção da Saúde, os indivíduos não estão submetidos às decisões de quem governa ou faz gestão, nesse caso são os próprios indivíduos que determinam e escolhem suas condutas. Portanto, , é nesta dimensão que se estabelece o grau de complexidade da gestão da saúde, vamos sempre depender do indivíduo estar sensibilizado para ele próprio CUIDAR do seu maior “patrimônio”.

Norival Silva

Health Advisory

norival.silva@sanyscorp.com.br

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Voce já tem um Plano de Saúde? Norival Silva

 

Você embarcaria num avião que não possuísse um “plano de vôo” ou num navio cujo comandante e tripulação não tivessem idéia de para onde estão indo?

No que diz respeito à “saúde” infelizmente é assim. Uma boa parte das pessoas acabam entregando a Gestão da sua Saúde para terceiros, esquecendo que ela é uma atribuição primeira do individuo. É intransferível e que eventualmente podemos terceirizar as ações para recuperá-las quando ficamos doentes como, por exemplo, contratar um “plano de assistência à doença”.

Planejamos a nossa formatura, a constituição da família, o casamento, a aquisição dos bens materiais, a carreira profissional em termos de ascensão e remuneração, fazemos às vezes a aquisição de uma previdência privada e de um “plano de assistência” na forma de seguro, para quando ficarmos doente. A única ação que não desenvolvemos salvo raríssimas exceções é planejar “quanto tempo queremos viver, como nos manter com saúde e dentro de que condições isto deve acontecer”.

Infelizmente, aqueles que não sabem com clareza quanto tempo querem viver (não tem um plano de vôo), acabam morrendo mais cedo do que imaginam.

O ato de Planejar a Saúde, nada tem a ver com os “Planos de Saúde” que conhecemos e que na verdade servem para nos assistir quando ficamos doentes. Planejar a Saúde é um ato de responsabilidade social, primeiro para consigo mesmo, e segundo para com as outras pessoas com as quais você tem o vínculo seja familiar na condição de pai ou de mãe ou corporativo na condição de gestor de pessoas.

Quer saber, quanto tempo eu vou viver? entre em contato!

Norival Silva

norival.sylva@sanyscorp.com.br


quarta-feira, 21 de setembro de 2022

O "discurso" na gestão do risco assistencial - Norival Silva

 Operadoras de Planos de Saúde com foco de governança apenas no menor custo, tem como resultado os piores resultados clínicos.

Piores resultados clínicos, terminam por produzir maiores custos assistenciais e inevitavelmente SINISTRALIDADE fora de controle!

Enquanto o gestor não reconhecer que a “gênesis” do sinistro está na epidemiologia da carteira, todo o resto é periférico, A verdade é que estamos falando sempre das mesmas coisas e de forma equivocada, quase sempre o raciocínio do debate se inicia pela doença (rede assistencial), ao invés de iniciar pelo beneficiário. Esse discurso está posto da mesma forma à anos! Um dos exemplos é a APS! Atenção Primária em Saúde não é produto é REDE! APS sem produto adequado não gera o efeito desejado e o resultado não muda! Ficamos falamos das mesmas coisas, e o sinistro continua sendo gerado! Basta ver o último bimestre indicado pela ANS.

Norival Silva

Health Advisory

 



quinta-feira, 8 de setembro de 2022

RN518/22 - O PRAZO ESTÁ ACABANDO! Norival Silva

 
 RN 518 E AS PRÁTICAS MINIMAS DE GOVERNANÇA DE OPERADORAS DE    PLANOS DE SAÚDE

Esse assunto, vem com a RN 443/19, revogada e consolidada na RN 518/22 que define as práticas mínimas de governança de operadoras de planos de saúde. Já se falou de tudo sobre esse assunto, incluindo a “filosofia” da CERTIFICAÇÃO, igualmente editada por RN. Chamo atenção para duas questões críticas relevantes:

1) Fazer a certificação sem que as “práticas” mínimas de governança e as políticas de riscos estejam implantadas é querer colocar a “carroça na frente dos bois”! Afinal como está a estrutura organizacional, fluxos e processos internos, riscos corporativos, já estão definidos?

2) O PRAZO ESTÁ ACABANDO! O novo modelo está na PORTA! Especialmente para as MÉDIAS E GRANDES OPERADORAS. Mas também para as consideradas pequenas, aquelas com até 20 mil vidas. 1º de janeiro DE 23, será o marco regulatório das tais PRÁTICAS MINIMAS DE GOVERNANÇA E GESTÃO DO RISCO. Como vai ser? Já estamos com a Política de Subscrição definida? Rede Assistencial organizada por critérios de qualidade e parceria? Mecanismos Regulatórios pela visão prudencial (antes, não depois)? CONECTIVIDADE COM BENEFICIÁRIOS (relacionamento) para CUIDADOS DA SAUDE? Para não falar no cumprimento dos requisitos dos controles internos (risco legal e de crédito) definidos no Anexo IA da RN 443/19.

Não importa muito seu “PORTE”, importa o nível de expertise interna na gestão do seu principal ATIVO GERENCIAL: RISCO. Não é o atuário, auditor independente, ou as empresas que você contrata para fazer contabilidade que faz a gestão do risco, primeiro isso é feito internamente!

Lembre-se o prazo está acabando! Se precisar de ajuda entre em contato.

Norival Silva

Health Advisory

norival.silva@sanyscorp.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

ROL DE PROCEDIMENTOS - A SAÚDE INIMAGINÁVEL - Norival Silva

 

ROL DE PROCEDIMENTOS – A SAÚDE INIMAGINÁVEL (Norival Silva)

Para quem de fato LEU a redação final do PL 2033, em discussão, identifica com clareza que tudo não passa de mera discussão filosófica sobre o tema, para agradar as pessoas que não tem acesso a informação.

Faço esta afirmação, sem nenhum constrangimento. Be baseio em alguns fatos que não podem ser contestados.

1)      O Atual Rol de procedimentos tem mais de 3300 procedimentos incluindo tudo o que se possa imaginar de agravos de ALTO CUSTO (ALTA COMPLEXIDADE) – na última mudança do ROL, foram incluídos agravos raros relacionados ao AUTIMOS e DOWN. Nesta última mudança também foram revistas as regras que definiram as quantidades limitadas de terapias (Fisio, Fono, Acump, etc.); A PERGUNTA QUE SOBRA AQUI É: “SÓ NÃO ESTÁ NO ROL, O QUE NÃO SE PODE IMAGINAR!” – ALIÁS O SUS NO BRASIL SÓ TEM VULNERABILIDADES, POR QUE ALGUNS QUEREM O TUDO PARA TODOS, ATÉ MESMO O QUE NÃO EXISTE!

2)      Lendo com atenção a proposta solenemente anunciada pelo Senador Romário, constato que:

“AS OPERADORAS SERAO OBRIGADAS A COBRIR PROCDIMENTOS NÃO INCLUSOS NO ROL, DESDE QUE: a) tenham comprovada eficácia terapêutica; b) tenham o AVAL DA CONITEC – Conselho Nacional de Tecnologia, tenham pelo menos um AVAL de alguma ENTIDADE INTERNACIONAL VALIDADORA DE TECNOLOGIAS, com comprovação DE APLICAÇÀO EM ALGUM NACIONAL.

Lembrando que o “desde que”, não é minha invenção, está escrito na lei com DESTAQUE!

Estabelecidas estas regras na LEI, que vai a sanção, efetivamente O QUE MUDA? – NADA!

Norival Silva

Health Advisory

norival.silva@sanyscorp.com.br

terça-feira, 23 de agosto de 2022

O Ativo Gerenciavel de Uma Operadora de Planos de Saúde - Norival Silva

  O Ativo Gerencial de uma Operadora de Planos de Saúde?

Na prática Seguro e Planos de Saúde tem a mesma função. Ambos são seguros. Para esclarecer: Saúde é uma "condição" um estado de qualidade desejado. Já a doença é uma contingência. Um desvio indesejado do estado de qualidade esperado no ciclo de vida de uma pessoa, gerando desconforto, dor, as vezes o óbito e um custo monetário igualmente não esperado. Plano de Saúde seria um “seguro” para morbidades incertas!

A visão do seguro é esta: se proteger contra a incerteza (o desvio indesejado do estado de qualidade) a "doença" e os prejuízos na forma dos custos para recuperação do “estado de qualidade”.

O conceito de seguro, tradicionalmente se aplica as incertezas na forma de perdas e danos: acidentes de todo o tipo, roubo e óbito.  Já Os conhecidos "Planos de Saúde" tem o foco no sinistro na forma de morbidade e os custos relativos, gerado pela ocorrência esperada ou inesperada.

Portanto, uma Operadora de Plano de Saúde, não tem como produto: consultas, exames, terapias e Internações. isso representa a rede assistencial contratada para entregar ao cliente da Operadora a RECUPERAÇÃO da saúde e em algumas poucas delas, outros serviços adicionais de prevenção e promoção da saúde.

Para não ficar dúvida: o produto de uma operadora é a garantia de cobertura dos custos para recuperação de doenças as quais o segurado venha a ser portador. São estes os conceitos que caracterizam bem o principal ativo gerencial de uma Operadora: Risco! Como se antecipar ao RISCO? esta é a pergunta chave do sucesso e da sustentabilidade.

Quer saber mais? entre em contato.

Norival Silva

Health Advisory

noriva.silva@sannyscorp.com.br

WS - 47 988194829

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

A Importância da Troca de Informações em Saúde – Padrão TISS - Norival Silva – Health Advisory

 

Pode até ser burocrático, mas a realização de uma consulta, terapia, envio de contas, auditoria, glosas e liquidação de pagamentos exige um fluxo bastante complexo, no qual os gestores de Operadoras e de Prestadores Assistenciais, acabam tendo prejuízos, seja por erros de codificação dos procedimentos, seja por glosa, atribuição de valores não pactuados, seja pela simples falta de envio das Guias. Estamos falando do Padrão TISS/TUSS, que fundamenta o fluxo autorizador de acesso entre a Rede Prestadora e as Operadoras de Planos de Saúde.

As margens de lucro no mercado de saúde suplementar, são sempre muito reduzidas, por força das incertezas de risco envolvidas, se não houver um controle total e transparente para as partes, o impacto das perdas podem ser grandes.

As Operadoras deveriam protagonizar a sensibilização e treinamento da rede assistencial para que os  Prestadores credenciados, seja Consultórios Médicos, Clinicas, Serviços de Apoio Diagnostico, Terapias e Hospitais conheçam o PADRÃO TISS, regulado pela ANS, saibam a importâncias das Guias de autorização de acesso aos procedimentos eletivos. Aliás isso deveria estar contemplado na contratualização.

Costumo dizer que Guia de Autorização de procedimentos não foi feita para “andar” na mão dos beneficiários. Ela é eletrônica! Quando o Sistema de Regulação de um a Operadora de fato funciona, o que “anda” é a informação, não o beneficiário.

Se quiser saber mais, entre em contato.

Norival Silva

Health Advisory

norival.silva@bycapitalcfr.com


PUBLICAÇÕES MINISTERIO DA SAUDE

  Portaria MS-GM nº 67, de 26/01/23 DOU de 30/01/23 p.92 – seção 1 – nº 21 – Altera a Portaria GM/MS Nº 4.282, de 12 de dezembro de 2022, q...