Portaria MS-GM nº 7, de 09/01/23 DOU de 11/01/23 p.32 – seção 1 – nº 8 – Revoga a Portaria GM/MS nº 4.830, de 30 de dezembro de 2022, que define regras para transposição e transferência dos saldos financeiros remanescentes de exercícios anteriores a 2018, constantes nos Fundos Estaduais, Distrital e Municipais de Saúde, provenientes de repasses do Ministério da Saúde e dá outras providências.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2023
sexta-feira, 16 de dezembro de 2022
Saúde - Não espere um elogio por um trabalho bem feito! - Norival Silva
Saúde – Não espere um elogio por um trabalho bem-feito!
No mercado de serviços de saúde, especialmente no Sistema Privado o reconhecimento da qualidade do serviço, a fidelização do Beneficiário e seu encantamento não é uma obra do acaso. Para falar de excelência do atendimento na área da saúde, é preciso lembrar que:
a) Nunca espere um elogio por
um atendimento bem-feito;
b) Trabalho Bem-feito na visão do
Beneficiário é sua obrigação;
Quando o Beneficiário, tem alguma demanda e nos
procura, ele estará sempre INFANTILIZADO. Se “irrita” com facilidade e “chora”
com facilidade!
Normalmente, na prestação de serviços, enxergamos dois
fatores básicos: Conhecer o Cliente e Conhecer o Produto. Já no serviço de
saúde é preciso acrescentar as emoções relacionadas (Incluindo a dor,
sofrimento, baixa estima, medo, etc.). É este cenário que estabelece o nível de
complexidade dos serviços. Como dizem os psicanalistas, em um ambiente dominado
pelo alto nível emocional, as exigências do Beneficiários, estarão sempre além daquilo
que ele espera como obrigação da Operadora, da Rede Assistencial e dos
Profissionais que o atendem.
Se quiser saber mais, sobre como encantar os
beneficiários de um Plano de Saúde, entre em contato.
Norival Silva
Health Advisory
norival.silva@sanyscorp.com.br
sexta-feira, 9 de dezembro de 2022
RISCO ASSISTENCIAL MERCADO SUPLEMENTAR COMO ATIVO GERENCIAL?
Norival Silva – Health Advisory
No mercado de saúde suplementar, já tivemos perto de 2000 Operadoras ativas e hoje contamos com um pouco mais de 700. Muitas delas, enfrentando os mais variados conflitos: Direção Fiscal, Conflitos com Rede Prestadora, Readequação Orcamentária e Financeira, Alta sinistralidade, solvência, carteira estacionada sem evolução de crescimento. Nesse contexto, estão as pequenas e médias Operadoras, incluídas aquelas com perfil de filantropia.
Como competir num mercado de alta complexidade? Como competir com as grandes corporações que atualmente detém mais de 70% da carteira nacional?
De todas as experiências de consultoria que já participei, 3 fatores fundamentam o prejuízo e a liquidação da Operadora:
a) Gestão da Operadora como se ela fosse uma empresa comum no mercado com foco exclusivo nas rotinas, sem considerar o RISCO como seu ATIVO GERENCIAL prioritário, no qual a rotina é apenas parte do trabalho;
b) Falta de Direção Estratégia de Negócios (definição do norte) com posicionamento de produtos e diretrizes de relacionamento com o Mercado;
c) Ausência de expertise para reconher o perfil epidemiológico da carteira e a adequado tamanho da rede assistencial.
A gestão do RISCO é primeiro uma ATITUDE do Gestor. Estar posicionado pela Lei de Murphy é a garantia de mitigação do sinistro que impacta na permanência da Operadora no mercado,
Precisa de ajuda? entre em contato...
Norival Silva
norival.silva@sanyscorp.com.br
(47) 991179900
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
Saúde x ou Doença - Afinal as coisas sao prioridades? Norival Silva
Falando das mesmas coisas a 30 anos - mais uma vez, estamos
com a "PEC da Saúde" sendo objeto de discussões, de manifestações da
mídia, ocupando o tempo do congresso nacional. Os debates, estão em torno do
Complexo Industrial da Saúde, falando de insumos e inovações imaginando que
vamos ocupar papel de destaque no setor. Mais uma vez, os interesses econômicos
predominam e subjugam as questões que deveriam ser prioridades, porque são as
prioridades das pessoas! A prioridade aqui de novo são as "coisas" e
não as pessoas! Quando é que o GARGALO da MÉDIA COMPLEXIDADE, especialmente
ambulatorial (consultas, exames e terapias) vai se tornar a prioridade para ser
resolvida, tirando milhoes de pessoas da espera angustiante de mais de 1 ano
para serem atendidas? Quando é que os recursos adormecidos, nas contas dos
fundos estaduais e municipais (só em 2021, esse número representa mais de 12
bilhões de reais) serão utilizados efetivamente a favor do USUÁRIO? Enquanto
isso, bem.... enquanto isso as pessoas podem esperar! Afinal, a saúde não remunera,
o que remunera é a doença, então...vamos esperar!!!
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
SAÚDE: UM MERCADO A EXIGIR TRATAMENTO DE ALTO CUSTO! Norival Silva
No mercado de saúde esta frase explica bem a dificuldade do indivíduo que quer escrever uma carta de amor: começa sem saber o que dizer e termina sem saber o que disse... – Oras, se alguém entra em um hospital resgatado pelo SAMU, tendo ele um Plano de Saúde, o contexto é ainda pior: o Paciente entra sem saber quanto vai gastar e sai sem saber por que continua devendo.
No Sistema de Saúde Suplementar, deveríamos ter os players atuando com interesses comuns: resolver o problema do consumidor e remunerar o capital, lógica natural do setor privado, no qual todos os atores envolvidos nesta “cadeia” tenham resultados de remuneração justos e atrativos para todos, do contrário ele entra em crise e se desfaz. É o que acontece quando a Operadora comercializa um plano de saúde por um preço, baseado em uma cobertura e descobre no dia seguinte que outros serviços foram acrescentados, e não se pode aumentar o preço. Imaginem se amanhã os 50 milhões de beneficiários retornarem para o Sistema Público – CAOS! A ANS, o órgão que deveria assumir o papel de árbitro deste jogo, não sabe como começar o jogo e termina quase sempre sem saber como ele terminou. No Mercado Suplementar, que não foi concedido, a Agência Reguladora, nos últimos anos, equivocadamente extraiu para si o “bônus” e garantiu que o ônus ficasse com o investidor. Basta ver o número de operadoras que tínhamos e o que temos.
A ANS, deveria fazer mais FISCALIZAÇÃO de contratos e menos estatização do Sistema que nasceu para ser de livre adesão, para quem investe e quem para quem consome!
Preciso terminar dizendo que a manutenção do crescimento do setor suplementar (que nos últimos 3 anos cresceu mais de 3 milhões de usuários), não se dará pela oferta de planos mais acessíveis, mas sim pela oxigenação do mercado, mesmo que as soluções não sejam de consenso. Lembrando Mendez (2002), uma instituição que NORMATIZA, FISCALIZA E AUDITA, tudo ao mesmo tempo (como é o caso da ANS), certamente irá se descuidar do seu papel mais nobre de FISCALIZAR OS CONTRATOS entre as PARTES e contribuir na desoneração do SUS. Pior, ainda não sabe como terminar a carta de amor que começou a escrever em 1988!
Norival Silva
Health Advisory 281122
sábado, 26 de novembro de 2022
SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO - PARA QUEM QUISER REFLETIR
O Sistema de Saúde Brasileiro, está segmentado na forma de três modelos:
1) A função Pública – SUS
2) A Função Suplementar (privada) –
livre adesão – Regulada
3) Bilateral – Particular,
sustentada por pagamento direto dos consumidores – pessoas físicas e jurídicas.
A função pública, com responsabilidade de atenção universal para 100%
da população (212 milhões de indivíduos).
O Sistema Privado Suplementar, por livre adesão, com cobertura
de 50 milhões de consumidores e o Sistema Bilateral, sustentado
pelo pagamento direto dos consumidores, alcançou em julho de 2022 a cobertura
estimada de 7 milhões de consumidores.
Como mercado de consumo, nos últimos 3 anos se constata um crescimento
de 3 milhões de clientes no SISTEMA SUPLEMENTAR PRIVADO no produto Coletivo
Empresarial (75%) certamente resultado do aumento da oferta de emprego e 2
milhões de clientes no SISTEMA BILATERAL da CONTRA-PRESTAÇÃO PARTICULAR. Nesse
último os CARTÕES DE DESCONTO, representam 60¨% da cobertura e o Mercado
BILATERAL da CONTRA-PRESTAÇÃO alcançando 30%, evoluindo em mais de 1
milhão de clientes patrocinados por Empresas contratantes, no formato
direto com a Rede Prestadora. O mercado BILATERAL da CONTRA-PRESTAÇÃO, evoluiu
de 10 milhões em 2020 para 12 milhoes em 2022, representando um crescimento
de 27%. Desse número, o BENEFÍCIO CORPORATIVO DIRETO (patrocinado por
empregadores ou CNPJ) representou mais de 30% equivalente a 600 mil vidas que evoluíram
para o modelo de pagamento direto, enquanto o Mercado PARTICULAR, pessoa física
representou um consumo equivalente a 10%.
Se você está se organizando para projetar o futuro da sua empresa ou da
sua Operadora, vale a pena pesquisar melhor estes números. O mercado certamente
está passando por uma transformação no modelo, apesar das regras.
Norival Silva
Health Advisory
PUBLICAÇÕES MINISTERIO DA SAUDE
Portaria MS-GM nº 67, de 26/01/23 DOU de 30/01/23 p.92 – seção 1 – nº 21 – Altera a Portaria GM/MS Nº 4.282, de 12 de dezembro de 2022, q...
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Diariamente ou sempre que ocorrer publicações de Portarias relevantes que tratem de regras de Organização, financiamento, estrutura, protoco...
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Portaria MS-GM nº 840, de 28/03/18 DOU de 29/03/18 p.91 - seção 1 n° 61 - Habilita leitos da Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Conv...
